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domingo, 2 de março de 2014

SOMOS FILHOS DO MESMO PAI




Relatório científico prova a origem comum de todos os seres humanos e demonstra que não há raças na espécie humana.

por Márcio Dias Guarda
Editor de mídia digital

Uma equipe de cinco cientistas es­tudou mais de oito mil amostras genericas de pessoas de todo o mundo e chegou a uma conclusão definitiva: não existem raças na espécie humana. De acordo com Alan Templeton. o bió­logo americano que dirigiu a pesquisa, “as diferenças genéricas entre os gru­pos das mais distintas etnias são insig­nificantes”. Itso significa que não im­porta a cor da pele, as formas faciais a altura, nem a região geográfica habita­da por qualquer ser humano — geneti­camente somos muito semelhantes.
Templeton e sua equipe gasta­ram dois anos estudando as mais modernas técnicas da biologia mole­cular para analisar amostras de DNA (responsável pela transmissão do código genético), Doadores anônimos de todas as partes do mundo, inclusive índios brasileiros, colaboraram nessa pesquisa.
As análises criteriosas dos computadores revelaram que 85% das diferenças genéticas significativas acontecem entre pessoas de uni mesmo grupo étnico, por exemplo, entre os brancos eu­ropeus. Por outro lado, quando se comparou duas etnias dife­rentes (como brancos europeus com negros africanos) essas di­ferenças nunca passaram de 15%. Isso significa que dois bran­cos europeus diferem muito mais entre si do que em conjunto diferem de um africano. Conclusões de Templeton: “Não há ra­mos nem linhagens distintas: pela moderna definição de raça, não há raças na espécie humana. Os humanos são a mais ho­mogênea espécie que conhecemos.”
É interessante como o avanço da compreensão científica re­vela verdades que cada vez mais se aproximam das revelações da Bíblia. Ao tomar conhecimento do relatório de Templeton, o texto bíblico que me veio à mente foi Atos 17:24 e 26: O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe.., de um só fez roda a raça humana para habitar sobre toda a face da Terra.”
Essas declarações simples e diretas (tiradas do famoso dis­curso do apóstolo Paulo no Areópago de Atenas, o mais impor­tante fórum de discussões do mundo, na época) resumem algu­mas revelações bíblicas que ganham novo brilho e atualidade:
Todos os seres humanos constituem um só povo. Descen­demos de Adão e Eva. Somos todos irmãos. E mais: A unidade da raça humana, como descendente de um progenitor reflete a unidade de Deus, o Criador, e a criação do homem ocorreu de acordo com a imagem de Deus. “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou (Gênesis 1:27). Não há raças nem sub-raças humanas. Ninguém pode ser considerado como a nata da humanidade”, nem considerar outros como “a escória da espécie humana”.
A espécie humana foi a obra que coroou a criação divina. O homem veio à existência como um filho de Deus, produto de Seu planejamento e direta interfe­rência. Dentre tantos milhões de es­pécies criadas, o ser humano é o único dotado de uma inteligência capaz de buscar a razão da sua pró­pria existência, É também o único que possui raciocínio, idioma para comunicar-se, idéia do espaço e do tempo, conhece a diferença entre o bem e o mal, pode exercer fé ou vi­ver religiosamente; e ainda, tem ca­pacidade moral para decidir, com plena liberdade, o que utilizar, den­tre todas essas potencialidades.
A raça humana é também objeto especial do amor divino. Não so­mente a criação, mas também o pla­no de redenção da raça humana (através da encarnação, vida e mor­te de Cristo) contribui para aproximar ainda mais a divindade e a humanidade. Esse plano, que teve como objetivo salvar da destruição a espécie, dá oportunidade a todas as pessoas, de to­das as épocas e em todos os lugares.
O homem espalhou-se rapidamente por toda a Terra. Tem­pleton diz: As diferenças genéticas das amostras colhidas nos dizem que, desde o princípio, as linhagens humanas rapidamen­te se espalharam para toda a humanidade, indicando que as po­pulações sempre tiveram tiro grande grau de contato genético.” Isso concorda mais uma vez com a Bíblia que mostra como o Criador determinou que os homens ocupassem todas as partes da Terra, sem designar qualquer superioridade aos habitantes de uma região.
Conclusões: Temos uma origem nobre, pelas mãos de Deus. Nossa existência não é fruto do acaso. Fomos criados para inte­ragir, amar, cooperar; não para competir ou discriminar, Somos filhos do mesmo Pai.

FONTE: Sinais dos Tempos

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