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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O BOM PASTOR





JOÃO 10:1;10
“Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador.
10 O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”

Não sei quantos de vocês já tiveram oportunidade de poder estar diante um aprisco de ovelhas?

Como é que ele é feito? Madeira; Pedras; Tijolos; Normalmente é sem telhado.

Para que serve? Para proteger as ovelhas de serem roubadas ou atacadas por animais predadores.

Não pode haver um ponto fraco no aprisco, uma abertura, um buraco. Caso haja e não seja visto a tempo isso pode ser um prejuízo enorme para o proprietário de um rebanho.

Jesus começa esta parábola dizendo: “O que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador.”
Por outras palavras Ele está a dizer que a minha vida é um aprisco e que só ele é o legitimo proprietário.

Não sei se alguma vez já pensaram nesta noção de Jesus ser o nosso proprietário? O que é ser proprietário? Vocês são proprietários de uma casa, ela é vossa, e como é vossa, vocês saem e entram nela quando querem, vocês modificam-na a vossa maneira, vocês dispõem dela conforme o vosso gosto. Como proprietários vocês podem vender alugar, podem até abandonar a vossa casa. Como proprietários temos todos os direitos sobre ela. Existe até lugares nos USA, que se alguém for apanhado dentro da vossa propriedade ou casa vocês podem matar essa pessoa e estarem mesmo assim protegidos pela lei.

ILUSTRAÇÂO:
Imaginem-se a chegar ao vosso carro e apercebem-se que alguém está encostado à porta, imaginem agora a implorarem à pessoa que ali está, o favor para entrarem no vosso próprio carro. Não faz sentido, não é? Mas o que acontece muitas vezes connosco, é que Jesus tem de fazer este papelão, quando na realidade Ele tem o legitimo direito de ocupar a nossa vida.
Existem pessoas no entanto que põem em causa o direito de Deus de entrar na sua vida, acham que ele vai exigir coisas que elas não conseguiram cumprir, ou então que elas serão privadas de prazeres e hábitos que gostam, acabam por fim por não se dispor a abrir a porta do seu aprisco à sua influencia e cuidado. Elas fazem isso porque ainda não perceberam aquilo que Jesus diz no V 11 “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.”

Gostava de dizer àqueles que estão aqui, e que provavelmente ainda não fizeram uma experiencia com Jesus que não tenham medo, ele quer o nosso melhor, não existe nada que ele vos peça que não seja para o nosso bem.
Ele quer ser o proprietário do aprisco que é a nossa vida.

No nosso aprisco entram e saem muitas pessoas, as primeiras são o círculo familiar, esposa, maridos, filhos, depois temos os familiares próximos, tios primos cunhados sogros etc. e ainda os amigos, vizinhos, colegas de trabalho ou escola etc.

O nosso aprisco não é totalmente fechado, todos os dias entram e saem um cem número de pessoas.
Por vezes o que acontece é que quando uma dessas pessoas entra na nossa vida e nos magoa, erguemos de tal maneira os muros para que ela não tenha mais acesso â nossa vida.

Nunca vos aconteceu isso? Se calhar hoje estou a falar para irmãos que têm os seus muros bem altos em relação a alguma pessoa, talvez a alguns familiares, a vizinhos ou a colegas de trabalho. Talvez haja aqui membros que levantaram altas muralhas em relação a outros membros de igreja, a tal ponto que não permitem mais a entrada deles nas suas vidas. Irmãos que vivem na mesma igreja, mas de costas voltadas, muitas vezes agindo com hipocrisia social, ou até mesmo espiritual, como nada fosse.

ILUSTRAÇÂO- Não sei se já ouviram aquela história de um pastor que vai tentar reconciliar dois irmãos que estavam zangados e pergunta a um deles se queria um dia estar no céu?, e depois fez ao outro a mesma pergunta, e o outro disse que também queria estar no céu, então o pastor admirado questiona novamente, mas o outro irmão também disse que queria lá estar, como é possível que vocês zangados possam viver no céu?, a resposta veio logo a seguir: não vejo qual é o problema o céu é muito grande eu fico de um lado e ele do outro.

O que diz Mateus 18:15 “Se teu irmão pecar contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão.”

Jesus diz algo que nos deveria fazer pensar. No versículo 10 ele diz:  “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”

Jesus sabia que no aprisco da nossa vida haveriam ladrões, e que as suas intenções seriam, roubar, matar, e destruir.

ILUSTRAÇÃO: (história de alguém que foi seduzido no mundo das drogas, ou de alguém que perdeu família, ou saúde, etC)

Quantas pessoas vivem vidas miseráveis simplesmente porque o seu aprisco tinha pontos frágeis, quantas pessoas vivem em sofrimento porque confiaram a segurança do seu aprisco a pessoas erradas.

Mais do que seres humanos que nos querem fazer mal, a bíblia fala-nos de um ser que está decidido a nos destruir, ele procura cada ponto fraco do nosso aprisco, e logo que ele vê uma abertura a sua intenção é entrar e fazer o maior estrago possível.

Tenho conhecido muitos irmãos que hoje sofrem porque descuidaram o seu aprisco.

Queridos amigos como vai o vosso aprisco? Quais os pontos francos que conscientemente vocês sabem que são a entrada deste inimigo na vossa vida? Por quanto tempo mais vão deixar que a cerca do vosso aprisco esteja fragilizada?
Porquê que continuamos a partilhar a nossa vida com dois senhores? Porquê que continuamos a coxear entre dois caminhos? A viver uma vida cristã incoerente?

Queridos vivemos num conflito cósmico entre as forças do bem e as do mal, sabemos que o bem vai vencer, pois o inimigo já está derrotado, ele também sabe que para ele já não existe salvação, e sabe que nós temos ainda esse privilégio, o objectivo dele é que o maior numero de crentes caiam, sejam destruídos, ele sabe que tocar em nós é tocar na menina dos olhos de Deus, ele sabe que destruir-nos causará dor naquele que nos quer bem.

Sabem amigos este conflito é desigual, Satanás é muito mais forte do que nós, ele conhece-nos bem, ele sabe tudo sobre a nossa vida, ele conhece sobretudo as nossas fraquezas, se quisermos lutar sozinhos contra ele vamos perder, mas o nosso caso, não é sem esperança, isto porque temos Cristo do nosso lado. Cristo está disposto a reparar a nossa vida, ele quer curar as nossas feridas, pegar-nos ao colo, enxugar as nossas lágrimas.

Não podemos ficar desapercebidos, a bíblia diz-nos:
I Pedro 5:8 – “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;”

O Diabo está ao derredor, como leão, e só não nos devora porque Cristo se encontra em redor de nós, é ele que nos mantém contra as investidas do inimigo.

Estes próximos 5 anos vocês vão me ouvir falar muito de Jesus e daquilo que ele pretende fazer na vossa vida, mas quero que saibam que não deixarei nem esquecerei de vos falar de Satanás, não podemos adormecer, nem podemos descuidar a nossa vida. Serei um combatente ao lado de Jesus por cada um de vós.

Estarei a orar para sermos vitoriosos em Cristo, e quero começar já esta manhã, quero orar hoje por aqueles que por ignorância ou descuido deixaram o inimigo destruir muito dos vossos sonhos, quero esta manhã orar por aqueles que estão neste momento a sofrer porque o seu aprisco foi arrombado e invadido. Quero orar por aqueles que querem hoje dizer a Jesus que o querem como pastor das vossas vidas. Quero orar por aqueles que querem começar de novo.
Gostava que pudessem vir à frente quero orar aqui de joelhos por cada um de vós.
FIM

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

CARINHO




CARINHO
Havia uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam , tudo o que era cultivado e produzido por cada um era trocado! A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílios, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão, muitas vezes era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e querida da aldeia, passou a ajuntar CARINHOS, e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiu a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, IGNORAR-SE, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR-SE pelas ruas.
Como era o mais querido da cidade o garoto foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, então o menino procurou a velha para perguntar-lhe e se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos encima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO apenas dizia: "Obrigado por receber meu carinho".
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta. Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo, ...mais outro, ...outro e outro ...até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
MORAL DA HISTÓRIA:
Nunca devemos fazer as coisas pensando em receber algo em troca. Mas devemos fazer sempre. Lembrar que um amigo existe é muito importante. Muito mais importante do que cobrar dos outros que se lembrem de você, pois assim, você estará querendo acumular amizades sem fazer o seu papel de amigo. Receber CARINHO é muito bom. E o simples gesto de lembrar que um amigo existe é a forma mais simples de fazê-lo.
ESTE É MEU FLOQUINHO PARA VOCÊ !!!


A CASA





Certo dia, a solidão bateu à porta de um grande sábio. Ele convidou-a para entrar. Pouco depois, ela saiu decepcionada. Havia descoberto que não podia capturar aquele ser bondoso, pois ele nunca estava sozinho, estava sempre acompanhado pelo amor de Deus.
De outra feita, a ilusão também bateu à porta daquele sábio. Ele, amorosamente, convidou-a a entrar em sua humilde morada. Logo depois, ela saiu correndo e gritando que estava cega. O coração do sábio era tão luminoso de amor que havia ofuscado a própria ilusão.
Em um outro dia, apareceu a tristeza. Antes mesmo que ela batesse à porta, o sábio assomou a cabeça pela janela e dirigiu-lhe um sorriso grandioso. A tristeza recuou, disse que era engano e foi bater em alguma outra porta que não fosse tão luminosa.
A fama do sábio foi crescendo e a cada dia novos visitantes chegavam, objetivando conquistá-lo em nome da tentação. Em um dia era o desespero, no outro a impaciência. Depois vieram a mentira, o ódio, a culpa e o engano. Pura perda de tempo: o sábio convidava todos a entrar e eles saíam decepcionados com o equilíbrio daquela alma bondosa.
Porém, um dia a morte bateu à sua porta. Ele convidou-a a entrar. Os seus discípulos esperavam que ela saísse correndo a qualquer momento, ofuscada pelo amor do mestre. Entretanto, tal não aconteceu. O tempo foi passando e nem ela nem o sábio apareciam. Os discípulos, cheios de receio, penetraram a humilde casa e encontraram o cadáver de seu mestre estirado no chão.
Começaram a chorar ao ver que o querido mestre havia partido com a morte. Na mesma hora, entraram na casa a ilusão, a solidão e todos os outros servos da ignorância que nunca haviam conseguido permanecer anteriormente naquele recinto. A tristeza dos discípulos havia aberto a porta e os mantinha lá dentro.
MORAL A HISTÓRIA: Entram em nossa morada aqueles a quem convidamos, mas só permanecem conosco aqueles que encontram ambiente propício para se estabelecerem

A CAIXINHA CHEIA DE BEIJOS...





Há certo tempo um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: "Isto é para você, paizinho!". Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou, dizendo: "Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?" A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse: "Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai."
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ela tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos......
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

DE BABEL A PENTECOSTES






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RELACIONAMENTOS HUMANOS EM CRISTO






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UNIDADE EM CORPO




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sábado, 20 de outubro de 2018

SERMÃO FUNEBRE - QUEM TEM O FILHO TEM A VIDA






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NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO CONTRA O TEU PRÓXIMO ÊXODO 20:16




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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A VIDA ETERNA É ESTA ...



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MANTENDO-NOS VIGILANTES


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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

QUEM FEZ ISTO?




Quem fez isso?
Muitos anos atrás Isaac Newton tinha uma réplica exata em miniatura do nosso sistema solar. No seu centro estava uma grande bola dourada representando o Sol, e girando ao seu redor encontravam-se esferas menores presas às extremidades de hastes de diferentes comprimentos. Elas representavam Mercúrio, Vênus, Terra, Marte e os outros planetas. Esses estavam todos interligados por cor-reias e engrenagens para que pudessem se mover ao redor do "Sol" em perfeita harmonia.
Um dia enquanto Newton estudava o modelo, um amigo que não acreditava na versão bíblica da criação apareceu para uma visita. Ao observar o cientista fazendo os corpos celestes se moverem em suas órbitas e maravi-lhado com a invenção, o homem exclamou: "Puxa, Newton, que coisa bem feita! Quem fez isso para você?"
Sem levantar a cabeça, Isaac Newton respondeu:
"Ninguém."
"Ninguém?" perguntou seu amigo.
"É! Ninguém! Todas estas engrenagens, cor-reias e engates simplesmente se ajuntaram aqui e, por incrível que pareça, começaram a girar por acaso em suas órbitas fixas e perfeitamente sincronizadas."
O incrédulo entendeu o recado! Era tolice supor que a maquete pura e simplesmente aparecera do nada. Mas era ainda mais insensato aceitar a teoria de que a Ter-ra e o vasto Universo vieram a existir por acaso.

Richard W. DeHaan

A LIÇÃO DO RIO




E o RIO corre sozinho.
Vai seguindo seu caminho.
Não necessita ser empurrado.
Para um pouquinho no remanso.
Apressa-se nas cachoeiras.
Desliza de mansinho nas baixadas.
Precipita-se nas cascatas.
Mas, no meio de tudo isso vai seguindo seu caminho.
Sabe que há um ponto de chegada.
Sabe que seu destino é para a frente.
O rio não sabe recuar.
Seu caminho é seguir em frente.
É vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando no mar.
O mar é sua realização.
É chegar ao ponto final.
É ter feito a caminhada.
É ter realizado totalmente seu destino.
A vida da gente deve ser levada do jeito do rio.
Deixar que corra como deve correr.
Sem apressar e sem represar.
Sem ter medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras.
Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.
A vida é como o rio.
Por que apressar?
Por que correr se não há necessidade?
Por que empurrar a vida?
Por que chegar antes de se partir?
Toda natureza não tem pressa.
Vai seguindo seu caminho.
Assim é a árvore, assim são os animais.
Tudo o que é apressado perde o gosto e o sentido.
A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.
Tudo tem seu ritmo.
Tudo tem seu tempo.
E então, por que apressar a vida da gente?
Desejo ser um rio. Livre dos empurrões dos outros e dos meus próprios.
Livre das poluições alheias e das minhas.
Rio original, limpo e livre.
Rio que escolheu seu próprio caminho.
Rio que sabe que tem um ponto de chegada.
Sabe que o tempo não interessa.
Não interessa ter nascido a mil ou a um quilômetro do mar.
Importante é chegar ao mar.
Importante é dizer "cheguei".
E porque cheguei, estou realizado.
A gente deveria dizer: não apresse o rio, ele anda sozinho.
Assim deve-se dizer a si mesmo e aos outros: não apresse a vida, ela anda sozinha.
Deixe-a seguir seu caminho normal.
Interessa saber que há um ponto de chegada e saber que se vai chegar lá.
É bom viver do jeito do rio!
"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores;
se não houver flores, valeu a sombra das folhas;
se não houver folhas, valeu a intenção da semente."
Henfil


A TENTAÇÃO DE DESISTIR




Ilustração:
Um adolescente ganhava boa parte de seu dinheiro cuidando dos jardins de
seus vizinhos. Seu pai estava realmente curioso ao observar os métodos do
rapaz. “por que você espera até que eles tenham começado a cortar a grama,
antes de perguntar se gostariam que você o fizesse?” Perguntou-lhe o pai.
“Aprendi a não apressar-me demais”, respondeu o filho. “Consigo a maior
parte do meu trabalho aproximando-me de pessoas que já fizeram um bom
 pedaço”, continuou. “Quando estão pela metade, estão prontos para
 desistir!”
O momento em que a tarefa se torna mais difícil, e a tentação de desanimar
se torna mais forte, é amiúde o ponto em que o sucesso está mais próximo.
Talvez você já tenha lido sobre as ricas descobertas de diamantes em
kimbeley, há uns cem anos. Na esperança de enriquecerem depressa, muitos
afluíram para aquela região para tentar a fortuna. Cada um demarcou sua
propriedade e começou a cavar. Muitos dos que chegaram cedo lograram grande
fortunas. A princípio, o trabalho era fácil e as pedras preciosas facilmente
encontradas. Porém, depois de uns dois anos, a  maior parte da camada
superficial havia sido peneirada e todo o tesouro colhido. Debaixo dessa
camada havia outra de uma argila azulada e dura, que resistia às mais fortes
mãos ou ferramentas. Poucos foram os que pensaram em atravessar essa camada
aparentemente impenetrável. Um após outro os homens foram abandonando seus
campos, ou vendendo por bagatelas para qualquer um que fosse suficientemente
tolo para comprá-los. Logo espalhou-se a notícia de que o campo de diamantes
estava esgotado.
Barnett  Barnato era proprietário de uma lojinha perto do campo de
diamantes. Havia chegado tarde demais para adquirir um terreno daqueles. E
agora seus negócios estavam declinando à medida que os homens abandonavam os
campos. Decidiu então que deveria comprar um dos terrenos que estavam sendo
vendidos por preço tão baixo. Um dia, enquanto tentava abrir uma brecha
naquela argila dura como pedra, para ver o que havia ali debaixo, notou que
alguém o observava. Era um homem que havia vindo da Inglaterra em busca de
clima mais moderado, esperando assim recuperar a saúde. O estranho observou
o trabalho de Barnato por um ou dois dias e então comprou também parte do
campo e começou a trabalhar.
Foi assim que Banett Barnato e Cecil Rhodes se tornaram os proprietários de
um dos mais ricos campos de diamantes do mundo. Eles uniram as forças para
formar o De Beers Corporation, que continua em atividade até hoje.

Numa palestra para estudantes, o presidente de uma universidade
norte-americana resumiu a experiência desses dois homens nestes termos:
“Quando o cavar se torna difícil, a maioria das pessoas procura uma desculpa
para abandonar a tarefa. Mas é precisamente aí que a pessoa sábia cava com
mais avidez e energia que nunca!” 

VEJA TAMBÉM ESTES:

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