sábado, 4 de janeiro de 2014

ENCONTROS DE JESUS - A MULHER SAMARITANA





S. João 4: 14





               I. INTRODUÇÃO




               Este é um capítulo muito interessante, cheio de belíssimas lições. No capítulo anterior, capítulo 3, o Senhor Jesus tivera uma conversa com Nicodemos. Neste capítulo 4, o Senhor Jesus conversa com a mulher samaritana. Neste dois capítulos está representada toda a humanidade:



               Nicodemos representa aos homens, a mulher samaritana obviamente às mulheres. Com isto o Senhor Jesus nos ensina que diante dEle não há acepção de pessoas. Para homens e mulheres Jesus quer desvendar os mistérios de Sua Palavra. As mulheres na época eram extremamente rejeitadas, os homens super valorizados. Para Deus tanto um quanto outro tem valor infinito.



               Nicodemos representa aqueles que conquistaram um lugar aqui no mundo; tem nome, fama, e são paparicados, respeitados por todos. O próprio nome Nicodemos significa “líder do povo” ou “vitorioso sobre o povo”. Todavia, não sabemos o nome da mulher samaritana. Por isso ela representa aquelas pessoas que são desconhecidas, incógnitas, que aparentemente não existem, mas pelas quais Deus também tem um cuidado muito especial.



               Nicodemos representa as pessoas religiosas, que são filiadas a uma crença religiosa, a uma igreja. São até líderes religiosos. A mulher samaritana representa aquelas pessoas que não tem uma religião definida, ou mesmo tendo uma religião, guardam um terrível preconceito religioso. Por essas pessoas, Deus tem também um cuidado especial.



               Nicodemos representa os abastados, os ricos da sociedade. A mulher samaritana representa aquelas pessoas que não tem nada de valor material. Ou, usando o linguajar cotidiano: “Não tem onde caírem mortas”. Por essas pessoas, Deus tem um cuidado muito especial.



               Nicodemos representa os intelectuais, estudados, acadêmicos, pessoas que freqüentaram as escolas deste mundo, e que por isso pensam que sabem tudo, mas no fundo no fundo não são capazes de entender nem um pouquinho dos assuntos espirituais. A mulher samaritana representa aqueles que não tem nível acadêmico, não estudaram; aprenderam apenas pela experiência na escola da vida. Por essas pessoas, Deus tem um cuidado muito especial.

              

Nicodemos representa aqueles que tem pudor moral, preocupam-se com sua reputação. São o exemplo vivo de moralidade. Jamais se envolveram em atos imorais. São um orgulho para a família, a sociedade e a Igreja. A mulher samaritana representa aquelas pessoas cuja moralidade é baixa. São uma vergonha para a família, para a sociedade e para a Igreja. São capazes de qualquer coisa a fim de conseguir aquilo que querem. E, na realidade, o que querem é a verdadeira felicidade.



               Finalmente, Nicodemos representa aqueles que querem se encontrar com Deus, mas o que querem fazer de seu jeito, às escondidas, para ninguém ver. O encontro com Deus produz efeito em sua vida, é verdade. Mas demoram a se decidir. A mulher samaritana representa aquelas pessoas que casualmente encontram a Deus e vibram por tê-Lo encontrado. E imediatamente são transformados.



               Deus ama com amor sem limite a todos aqueles que, pelas circunstâncias da vida, de alguma forma são semelhantes a Nicodemos. E Deus também ama com amor sem limite àqueles que, pelas circunstâncias da vida, são de alguma forma semelhantes à mulher samaritana.



               II. PARALELOS COM O CALVÁRIO




               Este capítulo 4 de João nos apresenta também alguns paralelos, algumas semelhanças com o Drama do Calvário:



               v. 6 - fala do cansaço de Jesus. Rumo ao Calvário, Jesus estava extremamente cansado, que não suportou levar a cruz.

               v. 6 - refere-se à hora sexta (meio-dia). Em João 19:4 há também uma referência a esse horário.

               v. 7 - apresenta a Jesus sedento. Na cruz Ele bradou: “Tenho sede” (19:28).

               v. 14 - a água é uma fonte que jorra para a vida eterna. Na cruz jorrou água e sangue do peito ferido de Cristo.

               v. 31 - o pão é o alimento básico. Na cruz o corpo de Jesus é o pão (cap. 6).

               v. 34 - há uma obra de Deus a ser feita. Na cruz Cristo brada que essa obra está consumada (19:30).

               v. 42 - Jesus é apresentado como o Salvador do mundo. Mas é na cruz que isso se torna uma realidade.



               III. “CONTRASTES” DE JESUS NESTE CAPÍTULO




               Este capítulo 4 também nos apresenta alguns “contrastes” da própria pessoa de Cristo:



               1. Ele está cansado (v. 6), mas quer dar descanso e refrigério à mulher samaritana (v. 14 e 15).

               2. Ele pede água para beber (v. 7), mas ele mesmo oferece água da própria fonte (v,.14).

               3. Ele suplica o favor, as dádivas da mulher samaritana (v. 7), no entanto diz a ela que lhe pode dar água de maneira ilimitada (v.14).

               4. Ele é um desconhecido estrangeiro (v. 9), porém é maior que o patriarca Jacó, que fora dono dessas terras (v. 12)

               5. Ele tem fome (v. 8), porém come alimentos que ninguém conhece. Sua comida é fazer a vontade de Deus (v. 34).

               6. Mas o maior contraste é o que Ele mesmo deixa claro: as águas do escuro poço de Jacó estavam a grande profundidade, a mais de 30 metros; era difícil tirar água desse poço. No entanto, os mananciais da água da vida estão a disposição de qualquer um; é fácil obter dessa água porque Ele mesmo a dá em nossas mãos.



               IV. BEBENDO ÁGUA DA FONTE E NÃO DO POÇO




               a. versos 1 a 3: Satanás fez de tudo para atrapalhar a missão de Cristo. Nesta ocasião ele tenta aproveitar esta situação para criar atritos entre Jesus e João o Batista, e entre seus discípulos. Mas Jesus antecipou-se a qualquer indício de tentativa de colocar uma cunha entre sua obra e a obra de João. Ele tinha um carinho tão grande por João que não toleraria nem a possibilidade do surgimento de uma desavença. Por isso, Ele se retirou da Judéia e voltou para a Galiléia.



               Este procedimento do Salvador nos ensina uma lição importante: Devemos fazer tudo o possível para evitar atritos, mal entendidos ou desavenças entre nossos irmãos ou quem quer que for. Se está dentro de nossas possibilidades e é prudente nos afastarmos do local, ambiente ou situação, devemos fazê-lo, a fim de não permitir que nossas ideologias ou maneiras de trabalhar criem problemas com amigos ou irmãos. Jesus retirou-se não tanto para preservar o apreço que Ele tinha por João, mas para demonstrar a João que em tudo Ele era o Cordeiro de Deus.



               b. verso 4: Havia uma necessidade imperativa que fez necessário com que Jesus passasse por Samaria. Uma necessidade divina impelia Cristo a ir para a Galiléia via Samaria. Era uma razão ligada a sua missão. Jesus sentia necessidade de passar por Samaria porque sabia que ali esperava por Ele uma alma angustiada, rejeitada, infeliz. Deus preocupa-se com as necessidades humanas. As necessidade humanas são as necessidade de Cristo.



HISTÓRICO: Como bom judeu, a atitude mais natural da parte de Cristo seria que Ele evitasse qualquer contato com os samaritanos. A briga entre Samaritanos e Judeus vinha de longa data. No ano 913 a.C. aconteceu a divisão das dez tribos do norte e as tribos de Benjamim e Judá. A opressão imposta por Salomão, por meio principalmente de pesados tributos, teve seu ápice por ocasião do governo de seu filho Roboão, o qual disse que seria mais rigoroso ainda que seu pai Salomão. Isto provocou uma rebelião liderada por Jeroboão. Quase dois séculos depois, mais ou menos no ano 722 a.C., Sargão, rei da Assíria, veio até o norte de Israel e levou para o cativeiro as dez tribos. E colocou nessas terras pessoas de outras nações que eles, assírios, tinham conquistado. Essas pessoas, vindas de nações pagãs e idólatras, trouxeram seus cultos estranhos e sua adoração a todo tipo de deuses. Algum tempo depois incorporaram à sua adoração o Deus Jeová. Durante o reinado de Ciro, rei da Pérsia, quase dois séculos depois da cativeiro assírio, foi então anunciada a reconstrução de Jerusalém, seus muros e principalmente seu Templo. Nessa ocasião os então habitantes das tribos do norte, agora conhecidos como samaritanos, ofereceram-se para ajudar na construção do templo, mas os israelitas rejeitaram. Os israelitas haviam aprendido que sua idolatria os levara ao cativeiro, e por isso não queriam saber de misturar-se novamente com os pagãos. Os samaritanos entenderam que a rejeição de sua ajuda era uma afronta, e por isso começou essa briga e preconceito entre samaritanos e judeus. Os samaritanos acabaram construindo seu próprio templo em Gerizim, no ano 400 a.C. A inimizade foi intensificada quando em 128 a.C. os judeus destruíram o templo dos samaritanos.



               O Rabi Eliezer afirmava que “aquele que come o pão oferecido pelos samaritanos é semelhante ao que come carne de porco”. Outros ditos rabínicos afirmavam que “um samaritano transmite imundícia por aquilo que usa para dormir, para sentar, para cavalgar, e por sua saliva e urina. E que suas filhas eram imundas desde o berço, tal como os gentios”.



               Jesus conhecia todos os preconceitos doentios que separavam judeus e samaritanos. Jesus sabia que a vida não tinha mais sentido para essa pobre mulher samaritana. Para o Senhor Jesus, era necessário passar por Samaria a fim de libertar da escravidão essa alma, e fazê-la cidadã de Seu reino. Não foi o acaso que O levou até Samaria. Foi sim o grito silencioso de alguém precioso aos olhos de Deus.



               Se pelas circunstâncias da vida você um dia pensar que sua vida não tem valor, não esqueça que um dia, lá na eternidade, Jesus olhou carinhosamente pra você e, então, decidiu vir à Terra. Era-lhe necessário, por puro amor, vir à Terra. E ainda hoje Ele continua passando em nossa vida, a fim de suprir nossas necessidades. Entretanto, o ideal é que não O deixemos apenas passar, mas, convidemo-LO para ficar conosco.



               c. versos 5 e 6: “Achava-se ali o poço de Jacó”. É interessante notar que o poço de Jacó fica, ainda hoje, numa região cheia de fontes de água. E a pergunta que surge é: Por que Jacó teve que cavar um poço numa região cheia de fontes naturais de água pura e corrente? Jacó teve que fazer isso porque ele havia sido um estrangeiro nessas terras. E a fim de evitar atritos com os antigos moradores do local, ele preferiu cavar com suas próprias mãos um poço para ter água para ele, sua família e seus animais.



               É também interessante notar que a palavra original para poço é “phréar”. Então o verso 6 deveria ser traduzido assim: “Achava-se ali a fonte de Jacó...”. Algumas Bíblias traduzem o versículo corretamente. Entretanto, nos versos 11 e 12, o que era fonte (pegé) torna-se poço (phréar). Ou seja, a fonte de Jacó é agora chamada poço de Jacó. “Pegé”, isto é, fonte, aparece no verso 14, em referência à fonte cuja água salta para a vida eterna.



               Qual é a diferença entre poço e fonte? Fonte é um dom de Deus. Poço é uma obra humana. Deus deu e dá a fonte. Jacó cavou o poço. E por que o poço é chamado primeiramente de fonte, para depois ser chamado pelo nome correto de poço?



É porque primeiramente o diálogo entre Jesus e a mulher samaritana é sobre água natural, e neste caso o poço de Jacó é uma verdadeira fonte com água fresca, que flui naturalmente. Mas quando a conversação vai para o lado espiritual, com o tema da água viva, Jesus é a fonte, e Jacó é apenas um poço. Existe apenas uma fonte, e essa fonte é Jesus. Isto tem um profundo significado teológico e espiritual: Aquilo que até o começo da era messiânica era uma fonte, o judaísmo, a religião do povo de Israel, com o surgimento de Cristo passou a ser um poço de conquistas humanas. Perdeu o sentido, porque finalmente havia surgido a verdadeira fonte, de “água pura e salutar”, como diz o hino.



               A única garantia de uma religião autêntica é quando nós, a cada dia, procuramos beber da fonte verdadeira. A religião que tenta sobreviver bebendo dos mais diversos poços humanos, ou fazendo do cristianismo apenas uma máscara, é uma religião cujo destino final é a destruição.



               Terrivelmente perigoso é pensar presunçosamente, assim como a mulher samaritana, que estamos vivenciando uma autêntica religião e adoração. Às vezes, e até sem querer, podemos estar baseando nossa religião apenas na obediência a determinados preceitos e normas. A religião que salva é o verdadeiro relacionamento com Cristo. Um relacionamento de fé que nos leva a aceitar Seu sacrifício por nós na Cruz do Calvário. E aí, então, a salvação opera transformação em nossa vida. Ensinos ou doutrinas que tirem o mérito do Cristo crucificado são meros poços humanos.



               d. verso 7: A mulher samaritana veio para tirar água do poço de Jacó. Para ela era um orgulho dizer que aquele poço era do antigo patriarca Jacó, do qual os samaritanos se diziam descendentes e filhos, assim como os judeus diziam ser filhos de Abraão. Ela veio tirar água do poço.



               Que triste realidade! A mulher foi beber do poço pensando que fosse a melhor fonte do mundo. Muitos hoje estão bebendo dos poços que este mundo oferece, porque não tem a mínima noção de que existe uma fonte com água viva e cristalina.



Muitos, assim como a mulher samaritana “vão até o poço para beber”. A boa notícia do Evangelho é que nós não precisamos ir até os poços deste mundo, a fim de beber água suja, e que nunca vai matar a nossa sede. A fonte de água viva não está fora de nós. Ela está dentro de nós, porque quando aceitamos a Jesus como o Senhor de nossa vida, Ele vem habitar em nossa vida. “Já não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gál. 2:20). Então dentro de nós, a “água que Ele nos der se fará uma fonte de água que jorre para a vida eterna” (verso 14).



               Notem que a água que Cristo oferece é “água viva, corrente”. Isto ilustra de modo adequado o suprimento fresco e perene da graça de Deus. “As misericórdias do Senhor renovam-se a cada manhã, e esta é a razão de não sermos consumidos” (Lamentações 3:22 e 23).



               A mulher samaritana aceita beber dessa água, não sem antes mostrar todos os preconceitos religiosos que tinha. “Onde devemos adorar?”, ela pergunta. O lugar de adoração era um ponto fatal de controvérsia entre judeus e samaritanos, e para evitar falar de sua vida, a mulher samaritana preferiu falar de “pontos controvertidos da religião”. Muitas vezes nós assumimos a postura desta mulher. Quando falamos com alguém que professa uma crença religiosa diferente da nossa, não conseguimos ficar no nível religioso sem entrar nos pontos controvertidos, e fazemos da religião nossa arma de batalha. A religião cristã é para reconciliar o ser humano com Deus e seu próximo, não para criar barreiras.



               V. CONCLUSÃO




               Antes de fazê-la experimentar da água viva, Jesus precisou lavar as feridas da mulher samaritana. “Chama o teu marido”, disse Cristo. Irmãos, para que a Água Viva tenha real efeito em nossa vida; para que a Água Viva produza em nós o efeito de eliminar nossa sede, Deus precisa antes lavar nossa feridas. E isto pode ser muito doloroso, muito ruim. Mas deve ser feito. “Não tenho marido”, disse a mulher samaritana. Cristo havia tocado em sua ferida, e ela não queria conversar sobre esse assunto. Ela estava definitivamente desiludida com o casamento. Talvez esse não seja o nosso problema. Entretanto, os problemas geralmente tem sua origem em alguma deficiência espiritual. Todavia, não é fácil reconhecer que estamos espiritualmente doentes, contaminados, precisando do Grande Médico. As feridas de nossa vida insensibilizam nossa consciência e não nos deixam sentir nossa real necessidade. Por isso, Cristo precisa primeiro limpar nossas feridas, para que então possamos sentir o amor de Deus em toda Sua plenitude. Antes de dar-nos a Água da Vida, Cristo nos quer tirar do estado e condição de insensibilidade espiritual. Por isso às vezes vem as provações, as quais tem um propósito educativo e redentivo. O propósito de nos preparar para grandes bênçãos. Antes de nos deliciarmos nos mananciais da Água da Vida, precisamos lavar nossas feridas no sangue de Cristo. Não há outro caminho. Não há outra alternativa.



               Como resultado da mulher beber imediatamente da água da vida, vemos que ela matou sua sede e sentiu vontade de partilhar sua alegria com outros. A graça de Deus é maravilhosa. Antes, a mulher samaritana vivia escondida das pessoas, com vergonha. Agora tem coragem de sair e pregar a todas as pessoas, dizendo: “Venham ver. Eu encontrei o Messias!” E o faz com tanta convicção, que toda a cidade atendeu a seu apelo.



               Não devemos perder nenhuma chance que tivermos para testemunhar de Deus a qualquer pessoa. A ALMA MAIS IMPROVÁVEL PODE SE TORNAR A TESTEMUNHA MAIS EFICIENTE. PORQUE ESTA MULHER SAMARITANA, ANTES DESORIENTADA, MAS DEPOIS PERDOADA, REGENERADA E RENOVADA POR DEUS, FOI CAPAZ DE ABALAR TODA UMA CIDADE.



               Hoje Deus nos convida a que bebamos da única fonte. O mundo oferece grandes oportunidades para bebermos de atrativos poços humanos. Quantas vezes sentimos vontade de corrermos para beber tanta sabedoria, inteligência, capacidade e realizações humanas. Todavia, há apenas uma fonte que é capaz de satisfazer nossos maiores anseios; que é capaz de produzir em nós a transformação que precisamos. Cristo é a Fonte. Além do mais, Deus nos dá a certeza de que muitos encontrarão a fonte pelo nosso exemplo. PORQUE A ÁGUA QUE CRISTO NOS DER SE FARÁ EM NÓS UMA FONTE A JORRAR PARA A VIDA ETERNA.



               Deus quer tem um encontro especial com você para transformar sua vida, assim como transformou a vida da mulher samaritana. Não importa onde e como. O importante é quando. E tem que ser agora, hoje. Jesus Cristo quer desesperadamente se encontrar com você. Por que adiar esse encontro? O amanhã não nos pertence. Temos que nos encontrar com Ele hoje para que nossa vida seja transformada.



               Para você que há muito tempo bebe das águas dos poços deste mundo, e pensa que é impossível abandonar esses poços humanos... Para você que pensa que se encontra numa situação semelhante ou pior à da mulher samaritana... Para você que sente o desejo de beber da água da vida... Para você Jesus Cristo diz: “Eu conheço as vossas lágrimas; Eu também chorei. Aqueles pesares demasiado profundos para serem desafogados em algum ouvido humano, Eu os conheço. Não penseis que estais perdidos e abandonados. Ainda que a vossa dor não encontre eco em nenhum coração da Terra: Olhai para Mim e vivei!”



               Amém!


FONTE:Pr. Adolfo S. Suárez

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