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quinta-feira, 5 de outubro de 2023

De Cabeça para Baixo


 

Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir. João 21:18 

Se você pudesse definir o apóstolo Pedro em uma palavra, qual seria? Líder, impulsivo, determinado, zeloso, entusiasta, sincero? Particularmente, gosto dessa última característica: sincero. Pedro falava o que vinha à cabeça. Imagino que ele fosse tagarela, desajeitado, tipo aquelas pessoas que derrubam o copo de suco na mesa enquanto conversam. 

Natural de Betsaida, região próxima ao lago de Genesaré, Pedro cresceu desbravando as águas da Palestina. Ali se tornou um microempresário do ramo da pesca, pois tinha seu próprio barco (Lc 5:3) e montou uma sociedade com seu irmão André e os filhos de Zebedeu. Posteriormente todos eles foram chamados por Jesus para ser “pescadores de homens”. 

A conduta desse líder nem sempre foi exemplar. Após confrontar a declaração de Jesus acerca de Seu sofrimento e morte, Pedro ouviu uma dura reprimenda do Mestre: “Para trás de Mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para Mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens” (Mt 16:23). 

Em outro momento, quando Jesus passou pelo julgamento na casa de Caifás, Pedro foi capaz de negá-Lo três vezes (Lc 22:54-62). Para a sua salvação, Deus usou um galo para fazer o discípulo cair em si e encontrar o amoroso olhar de Jesus. Só lhe restou, então, chorar amargamente em sincero arrependimento. 

Dias depois, Cristo remontou a cena da negação e, ao calor da fogueira, concedeu ao discípulo a oportunidade de reescrever a sua história. Ao perguntar três vezes a Pedro: “Tu me amas?”, Jesus estabeleceu um paralelo com a tripla negação do discípulo bipolar, dando-lhe a chance de experimentar o perdão divino. 

A vida de altos e baixos desse grande apóstolo teve seu último capítulo também em uma cruz. Seu martírio, porém, não ocorreu da mesma forma que o de Jesus. Segundo a tradição, Pedro se achou indigno de morrer como o Seu Mestre e pediu para ser crucificado de cabeça para baixo. Que coragem! Que entrega! 

Em que aspectos você é parecido com Pedro? Estaria disposto a viver e morrer por Jesus?

 

sábado, 30 de janeiro de 2021

Resposta à oração da fé


E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; [...] e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Tiago 5:15, 16

Na Nicarágua, um médico cubano foi ao Hospital Adventista para operar uma pessoa. Antes do início da cirurgia, uma das enfermeiras perguntou ao médico:
– Doutor, o senhor não vai fazer uma oração antes de começar?
– Enfermeira – respondeu o médico – eu já fiz muitas vezes essa cirurgia. Posso fazê-la sozinho, e não preciso de Deus.

A cirurgia foi iniciada. De repente, o anestesista chamou a atenção do médico para a pressão, que começava a cair. Aquele médico se empenhou ao máximo para salvar a vida do paciente. Uma hora depois, nada mais havia a ser feito. O paciente veio a falecer.

O médico tirou as luvas, jogou-as em cima do corpo e disse à enfermeira:
– Enfermeira, se o teu Deus pode fazer alguma coisa, então que Ele comece a trabalhar! – E saiu da sala a fim de dar a notícia para a família.
As duas enfermeiras ficaram ali, junto ao corpo. Então, uma delas disse:
– Não pode ser. Deus não pode ser zombado dessa maneira!
As enfermeiras se ajoelharam, dentro da sala de cirurgia, e oraram dizendo:
– Senhor, agora é a Tua vez. É o momento da Tua intervenção!
Levantaram-se, e mediram a pressão do paciente. Zero. Ajoelharam-se de novo e oraram com mais fervor ainda, suplicando:
– Senhor, é a Tua hora. Mostra o Teu poder!

Levantaram-se e ouviram o aparelho do eletrocardiograma começar a fazer os seus bips. A pressão voltara ao normal. Tudo estava normal, e o paciente, sem anestesia, estava com o campo operatório todo aberto. Uma das enfermeiras saiu correndo para avisar o médico de que o paciente estava vivo. O médico voltou à sala, completou a cirurgia e, uma semana depois, o paciente teve alta.

Aqui está um exemplo eloquente do poder da oração intercessória, feita com fervor. Esta é uma condição essencial: a oração deve ser feita com fé, por alguém que se distingue por sua fé.

Mas, é interessante notar que Deus não atendeu à oração do apóstolo Paulo, para que lhe fosse tirado o “espinho na carne, mensageiro de Satanás” (2Co 12:7-10). O problema não era falta de fé do apóstolo. Deus permitiu que esse problema o afligisse para protegê-lo do orgulho.

Portanto, a afirmação de Tiago não é incondicional como alguns pensam. Ela deve ser entendida assim: “E a oração da fé salvará o enfermo, se Deus achar que isto é o melhor para ele.” A oração da fé sempre deve incluir o seguinte pensamento submisso: “Se isto for da Tua vontade.”

 Rubem M. Scheffel

O que os outros vão dizer? - Rubem M. Scheffel


Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos. Mateus 27:22

Eu tinha dez anos de idade, e havia concluído o antigo curso primário. A formatura fora marcada para alguns dias depois do término das aulas. No dia marcado, saí de casa malvestido, pensando que iria à escola apenas para buscar meu primeiro diploma. Estava de calças curtas e pés descalços.

Ao chegar à escola, a diretora olhou para mim e perguntou:
– Sua mãe sabe que você veio para a formatura vestido desse jeito?
– Não, ela não me viu sair.

Logo percebi que havia cometido um equívoco, pois todos os demais colegas estavam bem vestidos, e que a entrega do diploma seria uma solenidade pública e não particular, como eu havia imaginado. Passei vergonha quando o meu nome foi chamado, e tive de ir à frente receber o canudo.

Ao chegar em casa, minha mãe ficou horrorizada ao me ver.
– Você foi assim para a escola? – exclamou ela. – O que é que os outros vão dizer? Vão pensar que você não tem mãe!
Minha mãe se preocupava muito com a opinião pública, e ainda me soam aos ouvidos o que ela me disse inúmeras vezes: “O que é que os outros vão dizer?”

Devemos nos preocupar com a opinião alheia ou ignorá-la, vivendo nossa vida como bem nos parecer, indiferentes ao que os outros possam dizer ou pensar?

Não há dúvida de que a opinião pública é, muitas vezes, um tirano que não ousamos desafiar. A ditadura da moda é um exemplo. Muitas pessoas podem até não gostar dela, mas acabam adotando-a por medo de saírem à rua e serem consideradas antiquadas.

A Palavra de Deus descreve alguns personagens que sucumbiram perante a opinião pública e outros que a desafiaram. Pilatos foi um desses homens de caráter fraco que, embora convencido da inocência de Jesus, e até mesmo desejoso de libertá-Lo, acabou condenando-O à morte por exigência da multidão.

No extremo oposto vemos homens como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que não aceitaram curvar-se perante a estátua de ouro erigida pelo rei Nabucodonosor. Permanecendo eretos diante de Deus e de suas convicções, ousaram desafiar não só a opinião pública, mas o próprio decreto do rei.
Não está longe o dia em que cada filho de Deus terá de desafiar abertamente o mundo e suas imposições ecumênicas, para não transigir com a consciência. Que Deus dê a cada um, nessa hora, a coragem de Lutero, para enfrentar os seus opositores e declarar: “Não posso retratar-me. Aqui permaneço. Que Deus me ajude. Amém!”

 Rubem M. Scheffel

domingo, 17 de janeiro de 2021

Escolhido para aplaudir - Rubem M. Scheffel


A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. 1 Coríntios 12:28

Um garoto chamado Jaime Scott se inscreveu para participar da apresentação de uma peça teatral em sua escola. Sua mãe revelou que ele havia colocado o coração nisso, mas ela temia que ele não fosse escolhido.

No dia em que as várias partes foram distribuídas, ela foi buscá-lo na escola. Quando a sineta tocou, no fim das aulas, Jaime saiu porta afora, ao encontro da mãe. Seus olhos brilhavam de orgulho e emoção.

– Adivinhe, mãe! – exclamou ele.
E ante o espanto da mãe, o garoto lhe disse com entusiasmo:
– Fui escolhido para bater palmas!

Que sabedoria tiveram as professoras ao dizer ao pequeno Jaime que ele não havia sido escolhido para representar no palco, mas para fazer a sua parte no auditório! E que humildade, da parte do garoto, em aceitar essa incumbência com alegria! Ele queria participar da peça, não importava como nem onde, e conseguiu. E estava feliz por isso.

A sociedade e a igreja precisam desses dois grupos de pessoas: os que vão à frente, falam e aparecem, e os que atuam na retaguarda, muitas vezes no anonimato, mas nem por isso são menos importantes. Porque realizam um trabalho de apoio, necessário aos que estão na linha de frente.
Imagine se todos atuassem como primeiro violino em uma orquestra! Ou se todos, num coral, cantassem a primeira voz. O fato é que alguém precisa ficar na retaguarda, e tocar contrabaixo, trompa, ou cantar barítono e baixo, para que haja contraste e os sons se completem.

Esta é a razão pela qual Deus concedeu diversidade de dons à igreja. Nem todos podem ser apóstolos. Nem todos são pregadores. Muitos poderão pertencer ao grupo de apoio, que muitas vezes trabalha no anonimato. Mas, sua obra é indispensável.

Que ninguém fique ressentido ou enciumado, pensando que seu trabalho não aparece ou não é reconhecido. Lembre-se do garoto que salvou a vida do apóstolo Paulo, mas o registro sagrado nem ao menos menciona o nome dele. Ele passou à história apenas como “o filho da irmã de Paulo” (At 23:16).

É possível que não apareçamos tanto quanto Pedro, nem brilhemos como Paulo. Mas há uma coisa que sempre podemos fazer: conduzir pessoas a Jesus.

Rubem M. Scheffel, 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Inversão de valores


Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam. Mateus 6:19

Por ocasião do naufrágio do Titanic, uma senhora ocupou o seu lugar no bote salva-vidas que estava para ser baixado às águas encapeladas do Atlântico Norte. De repente, ela se lembrou de algo que iria precisar, de modo que pediu permissão para voltar ao seu camarote, antes que partissem. Deram-lhe três minutos. Se não voltasse nesse prazo, partiriam sem ela.

Ela correu pelo convés, que já se inclinava num ângulo perigoso. Atravessou o salão de jogo, com todo o dinheiro que havia rolado para um canto até à altura do tornozelo. Entrou em seu luxuoso camarote e rapidamente empurrou para o lado os anéis de diamante, braceletes e colares que possuía, a fim de pegar, na prateleira acima de seu leito, três pequenas laranjas. E voltou apressadamente para o bote.

Trinta minutos antes ela não teria trocado um engradado de laranjas pelo menor dos seus diamantes. Mas agora a morte estava a bordo do Titanic. E o seu trágico sopro havia transformado todos os valores. Instantaneamente, joias preciosas haviam se tornado sem valor. E coisas sem valor haviam se tornado preciosas. Naquele momento, ela trocaria uma caixa de diamantes por três pequenas laranjas.
Há eventos na vida que têm o poder de transformar a maneira como encaramos o mundo.

Geralmente, quando nos acontecem tragédias inesperadas, como falência, perda de um ente querido, perda da saúde e da liberdade, é que nos damos conta dos verdadeiros valores. Foi com essa intenção que Jesus contou a parábola do Rico Insensato, o qual havia acumulado uma enorme soma de dinheiro que lhe permitiria viver muitos anos sem trabalhar – só comendo, bebendo e se divertindo. Queria desfrutar esta vida como se fosse viver para sempre. Mas Jesus o chamou de volta à realidade dizendo: “Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus” (Lc 12:20, 21).

Não é pecado ser rico. Abraão, Jó, Salomão, Nicodemos e outros personagens bíblicos eram muito ricos. E a Bíblia nada fala contra a riqueza desses homens. Na verdade, a Bíblia diz que Deus é quem nos dá forças para adquirirmos riquezas (Dt 8:18).

O grande problema desse fazendeiro era que, além de acumular riqueza só para si, ele não era rico para com Deus. Daí o conselho de Cristo a todos nós: “Mas ajuntai para vós outros tesouros no Céu” (Mt 6:20).

 Rubem M. Scheffel

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Alegria no Senhor


Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos. Filipenses 4:4

Há pessoas que vivem de maneira confortável e, do ponto de vista material, possuem tudo o que desejam. Estas deveriam ser as mais felizes e gratas a Deus. Entretanto, são, muitas vezes, as que estão sempre reclamando de tudo e não demonstram gratidão pelas bênçãos recebidas.

Por outro lado, muitos dos que teriam reais motivos para se queixar são justamente os que honram a Deus com seus lábios, demonstrando gratidão e louvando-O, mesmo em circunstâncias adversas.
O apóstolo Paulo, que nos aconselha a sempre nos alegrar no Senhor, é um destes exemplos – alguém que tinha motivos de sobra para reclamar da vida, por causa dos sofrimentos e provações a que foi submetido. Recordemos, por um momento, de sua descrição das adversidades pelas quais passou:
“Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos um; fui três vezes fustigado com varas, uma vez, apedrejado; em naufrágio, três vezes, uma noite e um dia passei na voragem do mar; em jornadas, muitas vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos; em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; [...] em frio e nudez” (2Co 11:24-27).

Certamente, nenhum de nós passou por tantas dificuldades e enfrentou tantas lutas e perigos. O corajoso apóstolo finalmente perdeu também a liberdade, mas não a esperança. Havia sido destituído de todo e qualquer conforto que esta vida pudesse oferecer, mas nenhuma situação ou pessoa conseguiu tirar-lhe a alegria de viver em Cristo e para Cristo. E do fundo de uma sombria e úmida prisão, escreveu aos filipenses e a cada um de nós: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4:4).

Mais tarde, escrevendo a Timóteo, Paulo disse que o alimento e a roupa devem ser a base de nosso contentamento: “Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1Tm 6:8).
Milhões de pessoas vão para a cama com o estômago vazio, todas as noites. Milhões não têm um teto onde se abrigar. Outros tantos mal têm o que vestir. Se você não está entre estes, aprenda a contar as bênçãos. E alegre-se sempre no Senhor.

Rubem M. Scheffel,

domingo, 6 de dezembro de 2020

Como ter um ano feliz!


Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33

Jesus gostava da palavra primeiro. Utilizou-a em várias ocasiões para demonstrar que na vida há prioridades: “Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão”, “tira primeiro a trave do teu olho”, “limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo”, “este é o grande e primeiro mandamento”...
Se quisermos ter, não só um ano feliz, mas uma vida feliz, precisamos tomar a decisão de seguir a prioridade indicada por Jesus: buscar a Deus em primeiro lugar. Ou seja: o espiritual deve vir antes do material.
Jesus olhava com simpatia para as pessoas que davam prioridade às coisas espirituais. Por isso, aprovou a conduta de Maria, que ficava “assentada aos pés do Senhor a ouvir-Lhe os ensinamentos”, enquanto sua irmã “Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços” (Lc 10:39, 40).
Para nós, entretanto, é mais fácil simpatizar com Marta. Afinal de contas, preparar comida para, talvez, mais de quinze hóspedes, não é tarefa para uma pessoa só. Se Marta largasse tudo e também viesse assentar-se aos pés de Jesus, não haveria almoço para ninguém. Será que Jesus não foi injusto com Marta?
Não, se nos lembrarmos que Jesus estava atendendo às Suas prioridades: buscar e salvar o perdido. E Maria era uma dessas pessoas, que tinha urgência de saber que para ela também havia esperança de salvação. Maria conhecia tudo sobre o pecado. Mas com Jesus ela aprendeu sobre o perdão. E o amor. Por isso, assentou-se aos Seus pés.
As Marias de hoje precisam também assentar-se aos pés de Jesus. Elas não devem se ocupar dos trabalhos domésticos enquanto não souberem que são amadas. E o mesmo devem fazer as Martas de nosso mundo. Elas precisam entender o que é amar e ser amado. Caso contrário, suas palavras de reprovação e impaciência poderão levar as Marias a mergulhar novamente nas profundezas do pecado e a se perder – talvez para sempre.
Primeiro, assentemo-nos aos pés de Cristo. Depois, sim, vamos cuidar dos afazeres domésticos e profissionais. Se buscarmos primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, teremos um ano feliz.


Rubem M. Scheffel

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Não se aflijam com coisa nenhuma ... - Filipenses 4:6-7

"Não se aflijam com coisa nenhuma, mas em todas as orações peçam a Deus o que precisam, com espírito de gratidão. E a paz de Deus, que vai mais além do que nós podemos entender,guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em união com Cristo Jesus"
Filipenses 4:6-7



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O que fizerem, façam-no de todo o coração... - Colossenses 3:23


"O que fizerem, façam-no de todo o coração, como se estivessem a servir o Senhor e não os homens." Colossenses 3:23

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